Tem coluna nova no Bella da Semana. Desta vez, são os amantes da boa música os privilegiados com artigos que abordam assuntos variados sobre o tema, desde musicoterapia, até as novidades no mundo do rock.

Este primeiro texto, de Nanda Coelho, revela como a música pode mudar a rotina de pessoas com alguma necessidade especial. Clique aqui  para ler o artigo de estreia, e lembre-se de deixar comentários, críticas e sugestões para as próximas publicações.

Bom dia e boa leitura!



Comentários

Daniel escreveu em 02/09/2014
Quando teremos novas fotos da Gostosa Fernanda Dadam ?
luís flávio escreveu em 04/09/2014
Entendo a importância da música em si mesma, como arte, beleza em si, sem maiores utilidades a não ser o próprio prazer que proporciona aos seus apreciadores. Que faz bem à alma, ao espírito, à mente, ao corpo, não há dúvida para quem aprecia a música, seja qual for o gênero. A musicoterapia pode ter sua importância terapêutica, mas este valor não é por qualquer descoberta científica, e sim pelo próprio caráter da música como expressão humana. Os negros oprimidos nas Américas que o digam com muito mais autoridade do que os musicoterapeutas de todos os tempos. O blues, o samba, o reggae, a rumba, o maracatu, a música de capoeira, a timbalada... tudo muito antes da musicoterapia (sistematização positivista e artificial fabricada pela cultura branca ocidental) ser fundada, já existia como catarse para o sofrimento coletivo e individual dos negros escravizados nas Américas. Só para se ter um exemplo do que a música pode fazer para salvar psiques, almas, vidas sãs. Caetano Veloso, esse palpiteiro político desastrado, possui, entretanto, suas qualidades no seu métier de origem e compôs um belo resumo sobre essa "musicoterapia" original, espontânea, de grande beleza poética: "o samba é filho da dor, o samba é pai do prazer... o grande poder transformador". Acho esta uma expressão magnífica sobre o poder da música sobre a alma de qualquer pessoa. Ninguém pode negar que a "solidão apavora" e que "cantando mandamos a tristeza embora". Afinal, todos nós temos "alguma necessidade especial", ou não seríamos humanos.

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