Você sabe o que é Axilismo?
Axilismo: o fetiche pelo cheiro da axila que a ciência explica e todo Homem Raiz já conhece como instinto e pura conexão.
Se você ligou a TV nos últimos dias, deve ter ouvido a história do Juliano Floss no BBB 26. O cara confessou em rede nacional que tem uma pira em cheirar a axila da namorada, a cantora Marina Sena. Ele mesmo disse que achava uma "coisa doentia", mas que era "muito gostoso".
A internet, claro, foi à loucura e desenterrou o nome técnico da coisa: axilismo.
Pode parecer papo de maluco, mas antes de você julgar o cara (ou a si mesmo, caso já tenha feito algo parecido), vamos aos fatos. E se eu te disser que a ciência e a história estão do lado desse fetiche?
A química por trás do "cheirinho bom"
Esqueça a vergonha. A explicação para essa atração é pura biologia. O nome do jogo é feromônio.
Sabe aquela química inexplicável que rola com uma mulher? Parte dela tem a ver com essas substâncias que nosso corpo libera, principalmente pelo suor. Quando você sente o cheiro dela, esses feromônios entram pelo seu nariz e vão direto para a parte do cérebro que cuida das emoções e da excitação.
Como dizem os especialistas, isso tem tudo a ver com nosso "instinto mais primitivo, o instinto selvagem". É a mesma lógica que funciona com outros mamíferos na natureza. É o seu corpo, no nível mais básico, reconhecendo um parceiro compatível. Não é uma pira, é um sinal. É o seu radar biológico dizendo: "Opa, essa aqui é interessante".
Nossos avós já estavam nessa!
Se você acha que isso é moda de 2026, pense de novo. O axilismo é mais antigo que muito contrato assinado.
Existem relatos históricos de que, lá nos tempos em que a paquera não envolvia um match no celular, o odor corporal era uma ferramenta de conquista. Uma das histórias mais bizarras (e geniais) conta que, para atrair um parceiro, a galera passava uma maçã na axila para que a fruta ficasse impregnada com o cheiro pessoal. Depois, era só oferecer a "maçã batizada" para o alvo.
Pensa nisso. Nossos antepassados já sabiam, instintivamente, o poder que o cheiro carrega.
Fetiche, intimidade ou dominação?
O axilismo não é só sobre o cheiro. Para alguns, envolve beijar ou lamber a região. Para outros, a atração é puramente estética. E, sim, o fetiche também é comum em práticas de dominação e BDSM, onde o odor do corpo se torna um símbolo de poder e submissão.
Mas, para o Homem Raiz, na maioria das vezes, a história é mais direta. É sobre intimidade. É pegar a camiseta que ela esqueceu e sentir o cheiro dela para matar a saudade. É, no meio do amasso, se sentir atraído por aquele cheiro único que é só dela. É uma forma de marcar território no nível mais primal que existe.
Então, da próxima vez que você se pegar curtindo o "cheirinho bom" dela, relaxa. Não é "doentio". É ciência, é história, é instinto.
O que a galera hoje chama de "axilismo", a gente sempre chamou de química. E contra a química, meu caro, não há argumentos. É a prova de que a conexão de vocês é real e vai muito além do que os olhos podem ver.
Publicado em: 21/01/2026
Última atualização: 21/01/2026
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