créditos: Bella da Semana

Safadinha e exibicionista - nada como uma platéia para aumentar o fogo

Confesso que sempre fui muito exibicionista. Sempre gostei de saias curtas, salto alto, batom vermelho, unhas rosa choque, lingerie colorida...tudo que pode chamar a atenção dos outros me interessa. Inclusive no sexo. A-do-ro ser observada quando faço amor. Ver que outras pessoas estão loucas para me tocar me excita - aliás, me deixa louca. Foi quando eu aceitei o convite "irrecusável" do Daniel para ir jantar; foi a pouco tempo atrás. "Dan dan" era o tipo bruto, com barba por fazer, um corpo forte e com um estilo de de chegar nos "finalmentes" que me agradava muito. Mas ele não dava ponto sem nó. Não tinha uma vez que saímos e não acabavámos pelados em algum lugar deserto. Nada mais justo - Daniel tinha um desejo insaciável, difícil de matar com apenas uma noite. Neste dia decidimos que comeríamos algo leve, um peixe ou coisa parecida, para nos sentirmos mais dispostos para encarar uma longa noite. Depois de jantarmos, fomos cumprir o ritual - ele sempre descobria um lugar novo par a me levar, só que desta vez estranhei. Era uma praça com alguns taxistas parados. Logicamente não rolou nenhuma explicação, e eu já preparada (com vestido e sem calcinha) não demorei muito para sentar no colo do "dan dan". Ele puxava forte os meus cabelos para trás, deixando com que as pessoas de fora vissem ele beijar os meus seios, lambuzando-os com sáliva. Difícil não perceber que muitos taxistas já estavam de olho e alguns até já estavam "agitando" alguma coisa dentro de seus veículos. Eu estava adorando aquilo. Eles olhavam para mim com uma tara incrível - se antes eu já estava solta, depois surpreendi a platéia. Coloquei metade do meu corpo para fora do carro, e deixei que "dan dan" se divertisse como quisesse com minha "lindinha". Olhando fixamente para cada um que formava minha platéia, eu acariciava meus seios e os chamava para se aproximarem mais. Quando eles já estavam bem próximos, Daniel se assustou - mas continuou seu serviço. Deixei que eles tocassem meus seios e cabelos, enquanto eu também os ajudava a relaxar. Delicadamente, os taxistas me ajudaram a sair do carro (acreditem, pela janela) - e pediram que Daniel também saisse. Cada um posicionou-se em um local estratégico para ficar nos observando, enquanto nos divertíamos no capô do carro. Estávamos nus em pêlo, sem esconder nada do que já fazíamos. Dan beijava minha barriguinha, me virava de costas beijava meu bumbum e brincava com tudo que poderia liberar todo seu tesão, sem o menor pudor. A platéia vibrava e se divertia do jeito que podia. Até que o show acabou de uma maneira bem estranha. Alguém de algum edifício próximo viu a orgia que rolava na praça e resolveu chamar a polícia. E eu, Stephyzinha, toda molhadinha de desejo e louquinha para repetecatear com "dan dan", tive que juntar minhas roupas e terminar o serviço sozinha. Daniel não estava acreditando. Teria sido a melhor experiência da vida dele - e mesmo com policiais com sirene ligada atrás de nós, ele não cansava de me beijar no pescoço e acelerar cada vez mais o carro. Ouvindo ... Incubus ... (risos).

Stephany


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