créditos: Bella da Semana

Finalmente...

Se tem uma coisa que é de família, acho que é a capacidade de pensar loucuras - ou quem sabe simplesmente não pensar - na hora de fazer sexo!!! Esse meu primo Fabinho me deu um trato na minha volta de viagem que fica até difícil de contar, mesmo pra mim, normalmente tão loquaz.

Essa coisa toda de preliminares é importante, eu reconheço, mas é que às vezes a coisa já ta tão forte que não sobra muito tempo pra isso. E com o Fabinho rolam as preliminares mais clássicas e inimagináveis: conversa indecente no MSN começa a preparar o terreno; caminho do aeroporto com conversinhas de memórias da nossa infância/adolescência incestuosa; quando finalmente ele arranja um sítio pra gente reviver as lembranças... Ave Maria!!! Uma tonelada de ostras não teria o mesmo efeito. É muita afrodisia!

O sítio era sem noção, muito mato, cachoeira e uma casinha linda, pequenininha, aconchegante, tipo cottage inglesa.

O primeiro lugar a ser explorado tinha que ser a cachoeira: memórias, memórias!!! Nos despimos sem pressa, um olhando pro outro. O corpo dele é bem delineado sem ser forte demais. Corpo de quem faz esporte, de quem vive, de quem nunca entrou em uma academia. E é bronzeado também, douradinho, sem muito pêlo, só aquela penujinha dourada nos braços e pernas. A bunda é de quem surfa, definitivamente. Naturalmente empinadinha, durinha, do tamanho certo. Ele é todo lindo! Eu pude perceber pelo olhar dele que ele tava fazendo o mesmo que eu: me "scaneava", passando os olhos cuidadosamente sobre cada pedacinho do meu corpo - modéstia à parte, também muito bem delineado.

Se demorou nos meus seios... ele sempre foi fascinado pelos meus seios, adorava, passava horas olhando, tocando, brincando... desde pequeno. Tenho que admitir que sempre foram seios muito bonitos (anos de natação genética favorável = seios de estátua grega) e que eu sempre soube usá-los como ninguém. Dessa vez eu tirei cada pecinha de roupa; mas deixei o colar pras continhas ficarem passeando pelos bicos.

Então caminhamos ainda sem pressa até a cachoeira. Mergulhamos, rimos, brincamos... até que eu nadei até uma pedra bem em baixo da queda, joguei meu corpo pra trás e deixei que a água caísse com força sobre a minha cabeça e ombros. Gotinhas respingavam pelo meu colo, meus seios, minha barriga... ele ficou parado me olhando um tempo, de frente pra mim, com as mãos sobre as minhas coxas, a cabeça por entre as minhas pernas entreabertas. Até que ele levantou, encaixando o quadril por entre as minhas coxas, deslizando a mão até os meus seios, segurando com firmeza. Ficamos ali por pouco tempo - não era necessário muito. Então mergulhamos novamente e paramos de pé bem em baixo de uma queda menos forte. Ali ficamos nos beijando por mais um tempo, mãos explorando, línguas brincando...

Então resolvemos sair da água. Ele tinha estendido um edredom branco na grama. Lambeu cada esquininha no meu corpo, às vezes mordendo, às vezes chupando. O corpo dele todo arrepiado, ele todo, duro, teso. Depois me virou de costas e me cobriu inteira com o corpo. Me mordia a parte de trás do pescoço, me segurava pelo cabelo, pela cintura, pelo quadril. Dois leopardos num ritual de acasalamento. Depois ficamos ali deitados de barriga pra cima, deixando o sol fazer carinho naqueles corpinhos um pouco exauridos.

Um pouco... "ritual de acasalamento" de dois hiper-ativos não é coisa que leve pouco tempo. O sol começou a se pôr, abrimos um Proseco e fomos pra dentro de casa. Acendemos a lareira, estendemos o mesmo edredom do chão, na frente e ficamos lá horas e horas, brincando, rindo, curtindo... ele parecia um menino de novo, brincando com os meus seios, jogando Proseco, lambendo, mordendo... Bom, eu também preciso confessar que a minha taça favorita não é Strauss nem qualquer outro cristal - é de carne e osso! Ou melhor, só carne!!! Hahaha!

Quando já tava de noite vimos que tinha saído uma lua linda lá fora e voltamos. Lá vai o edredom pra rua de novo. Comecei com uma massagem, mas não usei as mãos; enquanto ele alternava o olhar entre o céu estrelado de fora da cidade e os meus seios (ai, que obsessão!!!), eu colocava o pé esquerdo dele por entre as minhas pernas e fazia movimentos pra frente e pra trás. Subi devagarzinho massageando toda a perna. Quando ele pensou que eu ia sentar em cima dele, ledo engano. Passei direto para a barriga e fui subindo lentamente até o pescoço - depois desci suavemente pelo braço até a ponta dos dedos. Quando os dedinhos já estavam bem animados subi de volta encostando suavemente na superfície do braço até o ombro, o pescoço, o queixo e finalmente a boca. Ali eu demorei, subi, desci, gritei... Ficamos ali durante quase toda a madrugada, entre exercícios de intensidade média a moderada, harmoniosamente alternados...

Voltamos pra dentro da casa e resolvemos passar a noite lá. Liguei a televisão antes de dormir, no Discovery Channel, pra dar soninho... África Selvagem. Quando vimos o ritual de acasalamento dos leopardos, suave, sensual, à luz da lua, no meio da Savana não tivemos outra alternativa senão olhar um pro outro e dar risada!!! Mas, inspirados pela cena, resolvemos entrar em ação mais uma vez.

Agora na cama, como humanos, bem comportados - exceto pelo laço familiar, é claro.

No outro dia de manhã, "cheguei" em Floripa. Bem humorada, rindo à toa e com a pele luminosa. Na reunião com minha editora ela comentou: "Nossa, como viajar faz bem, né Ste?". Tive que concordar, né?

 

 

Stephany


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