créditos: Bella da Semana

Jú, mulher abençoada! Quantas vezes sonhei que estava te tocando de forma diferente e como desejei te ter mais perto de mim

Fazia muito tempo desde que vi a Jú pela última vez. Fomos melhores amigas durante o colégio até que ela teve de se mudar para estudar em outra cidade. Desde então, nunca mais nos vimos e sequer nos falamos ao telefone. Hoje recebi um e-mail da Jú informando que viria passar uns tempos na cidade e queria saber se havia um canto para ela. Tratei de convida-la a ficar no meu apartamento. Estava muito ansiosa para ver como estava a Jú depois de tanto tempo. Ao busca-la na rodoviária, me surpreendi ao ver que ela tinha se transformado num mulherão! Morena, alta, olhos azuis de sacudir quarteirão e a mesma simpatia e doçura de sempre. Sorte que ela chegou num dia de sol maravilhoso. Perguntei se não queria sair para dar uma volta e ela me disse que só precisaria de um banho de meia horinha e já estaria pronta. Resolvi ir me trocando enquanto Jú tomava seu banho. Como sempre me esqueço de pegar uma ou outra coisa, esqueci o sutiã no banheiro e pedi licença a ela para busca-lo. No instante que entrei, virou-se de costas, toda acanhada. Aquela timidez prendeu meus olhos por instantes no vulto de suas curvas, me fazendo perder a noção de espaço e até mesmo ultrapassar os limites daquele box úmido. Senti uma sensação estranha. Algo umedecia minha calcinha rapidamente e me vi completamente tomada por um tesão incontrolável. Chamei Juzinha de "linda", e ela me retribuiu com um sorriso até perceber que meus olhos a estavam comendo viva. Ela levou os dedos até sua vagina e perguntou se alguma vez eu tive vontade de tocar em uma mulher de forma diferente. Não respondi. Fui direto para o box me juntar aquela mulher deliciosa. Tudo se encaixava perfeitamente. Meus grandes seios engoliam os seios pequenos dela, os pêlos de sua vagina roçavam no meio da minha coxa e sua língua me acariciava por completo. Ajoelhada, ela me lavou de baixo para cima alternando a esponja com sua língua quente e comprida. Mordiscava minha bunda e se colocava em posição de bote enquanto me olhava penetrante com seus lindos olhos azuis. Ao acariciar meus seios, sussurava que nunca tinha visto uma mulher com um gosto tão delicioso e que aquele momento seria eterno quando ela me visse domada. Jú deixava sempre um clima de suspense no ar. Amarrou meus braços na cabeceira da cama e tirou um vibrador cor de rosa da sua bolsa cor de laranja. Rabiscando desenhos com as unhas em cima de minha vagina, Jú enterrava aquele abominável vibrador rosa dentro de mim e sorria como se participando de um ritual abençoado. Lambia meus grandes lábios como se estivesse lambendo um doce, arranhava minha barriguinha como uma pantera e beijava minha boca com muito furor. Até que parou. Saiu da cama e me observava amarrada de longe enquanto que eu, morrendo de tesão, mau podia me tocar. Saiu do quarto e voltou com um balde de gelo...cada gelo que enfiava na boca, passava sobre meu corpo...me beijava muito, elogiava cada parte de meu corpo e me beijava ainda mais. Jú me soltou, colocou sua cabeça sobre meu colo nu e pediu para que eu a desse de mamar. Lambendo meus mamilos com a ponta da língua, ela me olhou com lágrima nos olhos e disse que era a primeira vez que tentava algo dessa maneira e nunca havia imaginado que seria tão sublime. No mesmo instante olhei para o calendário e contei os dias para aproveitar toda aquela pureza mais uma vez.

Stephany


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