créditos: Bella da Semana

Vem e faz de mim o que quiser, porque me excita quando você vem de mandão querendo me adestrar

A lua iluminava todo o quintal e não me cansava de prestar atenção nas pernas fortes dele enquanto mostrava, do exibido, os dotes do seu cachorrinho. Era excitante escutar sua voz grosseira e ver sua testa que franzia sempre que dizia "vem, senta, busca, late, levanta". O que parecia a ele uma brincadeira, para mim era mais um convite tentador daqueles que tem tudo para durar uma noite inteira. Quanto mais ele se distanciava de mim, mais o meu desejo se tornava incontrolável. Queria que ele me chamasse com os olhos para brincar também. Já não era a primeira vez que me contorcia de vontade de encostar meus seios nus no peito daquele homem e de enroscar minhas pernas nos ombros dele. Só que o impressionante daquele momento, era a minha negação a faze-lo, sabendo que meu desejo maior era obedece-lo, igual aquele cachorrinho inocente que mal sabia o dono que tinha. Resolvi me aproximar acariciando-o lentamente e olhando cada centímetro do corpo dele minuciosamente. Só que não tirava da cabeça a idéia de beija-lo inteiro e sem demora. Já escutava os seus sussurros e gemidos na minha imaginação e me realizava na espera daquelas mãos quentes me aquecendo depois de tanto tempo. Em um cenário mais próximo possível do céu, ele sentiu meu cheiro de tesão e começou a me despir carinhosamente com sua saliva que fazia meu corpo brilhar com a luminosidade da lua. Sentia que estava muito perto de me entregar por inteiro e que ele era muito mais do que um corpinho bonito; mas um homem com muita coisa que eu desejava. Seus braços me enlaçavam e me protegiam do frio que vinha da janela, suas mãos não poupavam nenhum centímetro de minha pele e seu membro desejava mesmo era minha carne. Unimos nosso fogo até que o suco queimasse tudo a nossa volta me deixando cada vez mais com vontade arranha-lo e esquenta-lo com meu prazer. O dia raiava e eu não sentia um pingo de vontade de deixa-lo ali sozinho, deitado naquela cama enorme. Faria o que pudesse para deixar a lua onde estava; olhando para nós e abençoando aquele ato sublime e excitante. Sem esse poder, restava apenas lembrar-me do vento quente em minha nuca e torcer para que da próxima vez eu conseguisse não ser tão obediente para ser realmente adestrada por aquele homem.

Stephany


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