créditos: Bella da Semana

O sabor de um homem é irresistível a qualquer dieta. Um suor e um pouco de desejo já bastam para que a entrega seja absoluta

Quanto mais me contorcia em cima daquela mesa de vidro, mais ele procurava o lugar certo e apertadinho para me ver derreter de desejo. Após me confeitar com seu gozo quente, vestiu as calças e pediu-me para que ligasse assim que chegasse em casa. Surpreendi-me por não esperar que ele me tratasse daquele jeito estúpido. Sexualmente ele levou aos céus e em questão de segundos, estava vivendo o verdadeiro inferno. Qualquer "soco" doeria muito menos. Pé a pé fui embora descontando a raiva nas passadas achando que nada mais me faria feliz naquele dia. Foi quando, no meio da calçada (e quase em cima de mim) caiu uma garrafa d´água de um caminhão que estava sendo descarregado. "Ô, ignorante! Não ta me vendo passar aq..." - silêncio. Meus olhos percorriam as pernas daquele homem com cara de inocente, me fazendo lembrar uma cena de filme europeu. Bíceps, bunda, braços que me tomaram as palavras. O suor que escorria no peito daquele homem, eu sentia escorrer por trás do meu pescoço em direção a minha bundinha gelada. Mas não podia perder a postura e, diante do meu tesão, pedi que ele descesse do caminhão e me pedisse desculpas pessoalmente. Quando pulou e parou bem em minha frente, foi irresistível. Toquei meus dedos levemente no centro do seu peito e em seguida, levei-os até minha boca para sentir seu gosto de homem. Um convite e acabei aceitando a carona. Rumamos até um endereço que em nada parecia minha rua - por sugestão minha, pedi para que ele parasse naquela estrada deserta. Em meio a montanhas e embaixo de um sol escaldante, sai no carro e o convidei a subir na carroceria. Fui tirando, muito devagar, cada peça de roupa. Ele me apreciava como uma obra de arte, enquanto eu dançava completamente molhada e louca para me entregar para aquela carne. Enrolou meus cabelos em suas mãos e os puxava forte, lambendo meu pescoço em sinal de posse. Completou seu território rasgando meu top cor-de-rosa e mordiscando meus seios. Ao dizer que minha vagina tremia em suas mãos, senti que aquele homem nunca mais sairia do meu lado. Meus olhos reviravam, enquanto ele, apenas com os dedos, me preparava para turbinar ainda mais seu desejo. E assim o fez. Penetrou-me devagar judiando do meu tesão e retirava seu pênis mais devagar ainda até atingir seu ápice. Ficamos horas nos beijando, somado a mais longas horas de penetração violência encharcados de suor e libido. Tudo aquilo me parecia uma aventura muito louca que terminaria por ali, mas não. Completamente nua, ele me carregou no colo até uma fonte. Sem esquecer um detalhe, enchia suas mãos de água e a deixava escorrer sobre meu corpo observando aquele ato como se fosse uma miragem. Quando tudo acabou e ele me deixou em casa, eu já havia esquecido tudo o que aconteceu para que as coisas terminassem tão bem. Ele nunca mais me procurou. Por timidez, talvez. Mas até hoje sinto o gosto daquele homem em meus lábios.

Stephany


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