créditos: Bella da Semana

Tempos modernos, remédios antigos

Você já deve ter passado por aqueles momentos que dá vontade de sumir! Ficar a bordo de um iate e rumar para uma ilha apenas para ficar se esbaldando de champanhe francês um dia inteiro, recarregando as energias para um outro novo dia de sol a bordo de um iate, tomando champanhe e bibibi bóbóbó... Mas como nem mesmo para mim todo sonho é possível, fui obrigada a aderir à moda da sociedade moderno-stress-capitalista: ioga. E lá fui, encontrar com um japinha cheio de elasticidade para minha primeira aula particular de ioga. Particular sim! Eu não vou fazer feio numa sala cheia de pessoas elásticas e equilibradas...bafão, nem pensar! Acontece que o diminutivo usado para o japa no início dessa história foi um dos sustos mais ma-ra-vi-lho-sos que eu levei. Na verdade o cara era um japaço! Um japagão! Um japossauro! O cara era simplesmente lindo, forte e completamente elástico! Primeiramente uma posiçãozinha básica para ele poder testar meus conhecimentos. "Segundamente" uma posiçãozinha mais ousada, já que ele já tinha testado meus conhecimentos na primeira. "Terceiramente - mente" , trabalhamos a mente (e se ele tinha dons sobrenaturais, pôde enxergar o quanto minha mente estava perversa naquele momento). E o que sempre acontece "ultimamente", corremos para o amasso, meus caros(as) leitores (as). O homem de olhos puxados me convidou a sentir a energia do seu corpo despindo-me. Fez com que eu pegasse uma de suas mãos e passasse nos pontos de maior energia do meu corpo (adivinhem!) e que eu tentasse unir esses dois pontos para que alcançássemos a energia essencial da vida... - Ok, japa! Vamos procriar?! E tudo aconteceu ali, entre energias, energias, energias...beijos, puxões de cabelo, movimentos elásticos (e outros nem tanto); uma orgia necessária para a cura do stress e busca da felicidade. Enquanto mordiscava meu pescoço, eu escorria minha saliva no meio de suas costas. Ao sentir minha energia, ele brincava com minha nuca assim como eu me divertia com sua virilha. Um ritual que só poderia acabar com um longo beijo molhado e travado por nossas mãos que insistiam em não se soltar, sem contar com o maldito relógio que nos vigiava. Ao marcar uma nova sessão com a secretária que me olhava de canto, só pensava em como faria para ficar estressada mais rápido para poder relaxar novamente nos braços do japaço. E para não contar com o incerto destino: - Ô, trânsito mole! Vamô andar aí?!

Stephany


Sobre o Bella Politica de Privacidade Política de Cancelamento Programa Afiliados Área do parceiro Imprensa Contato RSS

Preencha o endereço de e-mail utilizado no seu cadastro para receber sua senha