créditos: Bella da Semana

Quem disse que trabalhar não dá prazer é porque não me conhece

O primeiro trabalho justo da minha vida está sendo, sem dúvida, o mais excitante de todos. Fui selecionada pela área comercial de uma empresa que me escalou para viajar por toda a costa sul/sudeste na demonstração de produtos, acompanhada do gerente comercial. Tudo pronto para viagem, estava apenas aguardando o contato do Fábio para que me buscasse. Fábio, um mulato forte, lindo de morrer e muito bem-humorado, era o tal gerente e também modelo da marca e chegou na hora marcada. E lá fomos nós dentro de um hatch para a missão. Ao chegarmos em Florianópolis ficamos impressionados com a beleza das praias, como Garopaba e Guarda do Embaú. Por isso resolvemos tirar o dia para conhecer o lugar. As praias selvagens instigavam para um biquíni, protetor solar e quem sabe uma boa diversão que poderia acontecer ali mesmo, entre os braços e as pernas musculosas de Fábio. Durante uma caminhada, achamos um posto de bombeiros abandonado e Fábio me convidou para "explorá-lo": - O que? Você ou o posto? mandei essa sem dó. - Vai depender do seu espírito aventureiro, lôra! Preciso dizer mais alguma coisa? Numa saída de emergência tinha um cabo de ferro que descia até a areia. E ali eu já enxerguei um ótimo instrumento para o meu espetáculo. Encostei Fábio na parede e dei-lhe um beijo caloroso pedindo para que sentasse e assistisse. Tirei cada peça de roupa muito devagar. Esfregando meus seios entre o cabo de ferro, ele mordia meu bumbum e soltava os nós do meu biquíni (que já não escondia muita coisa). Ao lamber minhas costas ele sussurava palavras obscenas no meu ouvido e torturava-se a cada saliva da minha boca que tinha que engolir. Meus cabelos estavam todos nas mãos daquele mulato que me pegava forte e, com seu grande "dote", aventurava-se por cada espaço não preenchido do meu corpo. Impaciente, ele muitas vezes me machucava com minha permissão...já estava nas nuvens e quase nua e fora da cabine, porém, nada mais importava. Decidimos sair e permitir que o sol queimasse meus ombros. A cena não podia ser melhor: estar sobre aquele homem vendo-o entrar em transe com lágrimas nos olhos e suor nos braços sob a luz e calor do sol. Rebolei muito para vê-lo feliz, e assim ele ficou por um longo tempo. No ápice, ficamos nus na areia branca da Praia do Silveira abraçados e nos beijando muito. Fábio brincava comigo, me chamava de "coelha" e dizia que meus olhos estavam brilhantes. Algo me dizia que tinha achado um aventureiro para cuidar do meu coração sem dono. Mas entre "achar", o melhor mesmo era ter certeza. Então, continuamos a viagem com a certeza de que no Paraná haveria algum novo "ponto G turístico" bem interessante para conhecermos.

Stephany


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