créditos: Bella da Semana

O Útil Pode Ser Muito Agradável

Graças ao Sucesso estrondoso do meu último livro - e ao adiantamento que recebi da editora que espera avidamente por outro best seller - finalmente tenho grana pra comprar uma casa legal. Não é que eu não goste do meu apartamento, vivi muitos bons momentos ali, mas mal posso esperar pra ter uma casa estilo oriental em algum lugar bem calmo, longe das loucuras da cidade, encostadinho no mar. Hoje vou à imobiliária que uma amiga me indicou. Ela disse que lá tem um corretor que além de muito competente é uma delícia - hihihi! Então vamos unir o útil ao agradável! Já liguei pra lá e marquei com ele de ir ver uma casa em Santo Antônio de Lisboa, um lugar lindo aqui de Florianópolis. Amanhã às 11 da manhã to lá. Céus, minha amiga mentiu pra mim! Chegando lá dei de cara com o corretor e ele não era uma delícia: ele vai muito além! Um ar de Latino, um sorriso iluminado, olhar de sem-vergonha, estilo Antônio Banderas. Enlouqueci. A casa era realmente fantástica, quase que sobre o mar, quase toda de vidro. Eu disse a ele que adorei a casa, mas preferia uma onde não se pudesse ver o interior de fora, porque tenho o hábito de andar nua pela casa. O comentário quebrou o gelo e pude ver a "alegria" dele manifestando-se através de sua calça. Mas hoje eu não estava com um espírito muito sedutor; fui direto ao assunto. Puxei-o pela gravata e cheguei meu rosto bem perto do dele, dando a impressão de que ia beijá-lo. Podia sentir sua respiração ofegante quase dentro da minha boca. Encostei meus lábios entreabertos nos dele; mas quando ele tentou me beijar recuei com um sorrisinho sacana nos lábios. Ele enlouqueceu. Fui para perto da porta envidraçada que dava para a varanda, fazendo um gesto com a mão pra que ele ficasse onde estava. Ele sentou no sofá. O mar ao fundo era o cenário perfeito pra um streap. Com a luz de fora ele me veria como um vulto, uma sombra. Desabotoei meu top botão por botão, deixando meus seios à mostra. Ele não conseguia vê-los, mas sabia que estavam ali, olhando pra ele. Virei de lado pra que ele pudesse vê-los. Ele sorriu, sem saber o que fazer. Virei de costas e fui escorregando a saia lentamente pelas minhas pernas, apontando meu bumbum empinado pra ele. Novamente de frente, desamarrei os lacinhos da calcinha, que caiu no chão. Caminhei cuidadosamente como um puma na direção do sofá. Sentei em seu colo de frente pra ele. Ele esperava um beijo, mas ainda não era o momento. Tirei a gravata e desabotoei cuidadosa e silenciosamente sua camisa. O peito era lisinho e musculoso - exatamente como eu imaginava. Depois de deixá-lo completamente nu, continuei me esfregando nele como uma gatinha, provocando, provocando... Até que ele não agüentou mais, me pegou no colo, segurando minhas coxas e me levou até a escada que levava para o segundo andar, me colocou deitada sobre os degraus e deitou sobre mim. O silêncio foi quebrado por gritos ensurdecedores, grunhidos e, finalmente, sons de respiração ofegante. No dia seguinte, nossa busca pela casa perfeita continuou. Visitamos três casas maravilhosas, todas com vista para o mar, repetindo a mesma rotina. No terceiro dia, encontramos a casa perfeita, na Costa da Lagoa, estilo tailandês por fora e por dentro. Isolada e envidraçada, o mar por todos os lados. Test drive na sala, na cozinha, na banheira de hidromassagem e até no quarto - hahaha! Passamos todo o dia lá. Comprei a casa. Ele disse que vem me visitar assim que eu me mude.

Stephany


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