créditos: Bella da Semana

Hohoho!

Fim de ano, milhões de festinhas de Natal. Dos amigos de não sei onde, da faculdade, do trabalho. Até que é divertido, a gente come, bebe, ri, mas isso me cansa um pouquinho... Parece que é todo dia a mesma coisa... E hoje não vai ser diferente, festinha de Natal do pessoal de uma empresa onde eu trabalhei. E lá vou eu ser simpática. Ah, mas hoje não vai ser a mesma coisa de sempre, ah, mas não vai mesmo! Primeiro bom sinal, o lugar que o pessoal escolheu é até bem descolado, decoração bonita, iluminação legal, boa bebida, boa comida. Mas o melhor é o pessoal que freqüenta. Se bem que eu já devia ter imaginado isso. A maioria das meninas que trabalharam comigo são solteiras, não iam escolher um lugar cheio de manés. Mas tem um em especial na mesa aqui do lado que é demais! Charmoso, bem vestido, olhar enlouquecedor. E não tira o olho de mim. Se levado em consideração o fato que eu estou com uma calça branca transparente e um decotão andando de um lado pro outro da mesa, rebolando, até que não é surpreendente ele ficar olhando... To com um pressentimento que essa festinha de Natal vai ser muito diferente das outras! E vou me esforçar pra isso. Mais algumas margaritas, rebola pra lá e pra cá, já to dançando junto com uma amiga. Só um pequeno detalhe é meio constrangedor: ele ta acompanhado. Uma menina feinha, daquele tipinho loira aguada, completamente sem sal. E ela é tão mosca morta que nem percebe - ou finge que não percebe - que ele não pára de olhar pra mim. Eu olho só de vez em quando. Passar de calça branca e calcinha fio dental em baixo dá muito mais "ibope" do que ficar olhando... Ai, cansei, ta na hora de agir. Se eu não fizer nada, ele é que não vai fazer. Começo a olhar. Acho que a menina percebeu agora. Mas não ta fazendo nada. Foi atender o celular fora do bar - eu acho que essa menina não tem noção da vida! Eu aceno com a cabeça em direção ao banheiro. Ele não tem certeza se eu to falando com ele, aponta pra si mesmo e pergunta: "Eu?" Eu faço que sim e indico o banheiro de novo, nem espero pra ver a reação dele e vou. Entro, dou uma arrumada no decote, ajeito o cabelo pra ficar com cara de bem despenteado e olho pra porta. Ele entreabre a porta e me olha um pouco sem graça. Diz que não pode entrar no banheiro feminino. Eu digo que a essas alturas todas as pessoas do bar estão completamente bêbadas, que ninguém vai perceber nada, puxo pela camisa, tranco a porta atrás dele, prenso contra a porta e mando um beijão daqueles. Digo que ele deve ter sido um bom menino esse ano porque Papai Noel reservou um presentão pra ele. Mordo seus lábios - ele tem um gosto delicioso - afasto meu corpo do dele e abro o botão da minha calça, olhando nos olhos dele. Ele não consegue me olhar nos olhos. Jogo minhas sandálias pros lados enquanto continuo olhando nos olhos dele e vou me virando de costas. Encosto as mãos na parede oposta e afasto as pernas. Digo que eu, ao contrário dele, fui uma menina muito levada, e que preciso ser punida. Paro e espero. Ele não demora nem um segundo pra chegar perto de mim. Passa o nariz pelo meu cabelo enquanto me segura pela cintura. Cheira o meu cabelo, minha pele e, quando eu menos espero, ele baixa a minha calça com violência, quase arranca. Em seguida puxa a minha calcinha pra baixo, mas não tira, deixa no meio do tornozelo. Então ele volta a ser doce e gentil e vem lambendo as minhas pernas desde onde a calcinha parou até chegar no meu bumbum. Ele parece um cachorrinho carinhoso, fazendo um carinho completamente despretensioso quando de repente começa a morder minha bunda desesperado. Segura forte na parte da frente das minhas coxas, me puxando pra ele. Vem subindo, esfregando o nariz, a boca, a língua pelas minhas costas. Me segura pelos cabelos e me põe apoiada na pia, olhando para o espelho. Segura meu rosto, puxa pra trás e me dá um beijo enquanto, com a outra mão, tira o cinto e deixa cair as calças no chão. Ele encaixa a cabeça na curva da minha nuca e apóia as mãos sobre as minhas (em cima da pia) enquanto se mexe, alternando entre suave e descontrolado, dentro de mim. Eu enlouqueço. A música do bar é alta, o que é excelente porque mascara meus gritos. Ele não grita, mas solta barulhos deliciosos. Até que suspira no meu cabelo. Eu nem sabia mais onde estava. Voltamos para nossas mesas. Meus amigos não tinham dado tanto pela minha falta quanto a amiga dele. Deixou um bilhetinho na mesa e foi embora sozinha. Ele não se importou nenhum pouquinho e se juntou à nossa mesa - animadíssima a essas alturas. Tomamos mais algumas margaritas e celebramos um excelente final de ano.

Stephany


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