créditos: Bella da Semana

Elas são demais

Outro dia me perguntaram quando foi que eu descobri que tinha tomado gosto por "meninas". Eu, sinceramente, confesso que nunca paro para ficar pensando no que me levou a fazer isto, ou aquilo. Porém, a dúvida ficou no ar até mesmo para mim. E só depois de entrar fundo nas entranhas da minha adolescência, lembrei de uma situação muito instigante - ainda mais para aquela época. Não tinha um dia em que eu não me machucasse no colégio, e nem um ano sem passar pelo menos duas semanas com braço engessado. Nesses dias a dificuldade maior era ir ao banheiro e "higienizar-se" depois. Mas houve um dia que minha vontade era arrancar aquele gesso maldito. A dificuldade para fazer qualquer coisa era tão irritante, que cheguei a chorar sentada no chão do banheiro. Eis que entra uma menina linda de cabelos ruivos e cacheados. Se chamava Débora. Quando Débora me viu aos prantos e de calcinha nos joelhos, perguntou-me o que houve e se dispôs a me ajudar. Primeiro ela tirou meu cabelo do rosto, ajudou-me a levantar e pediu para que eu entrasse novamente no banheiro e, quando terminasse, eu a chamaria para ajudar. Fiz tudo exatamente como ela mandou. "Que menina querida", pensei. Chamei Débora e ela pediu licença para tocar-me. Suas mãos eram leves, as sentia bem devagar acariciando-me entre as coxas e subindo sempre um pouquinho mais. Não resisti o suspiro e o rostinho de Débora me curtindo. Fechamos a porta, e continuamos a brincadeira. Agora com mais ansiedade. Sob a camiseta bordada do colégio, Débora beijava meus mamilos e soltava meus cabelos. E por onde estaria as mãos de Stephany? Sim...analisando a renda da calcinha da menina. Sua cintura era perfeita e seu umbigo era o caminho direto para a perdição. Eu quase consigo me ver nua de novo dentro daquele banheirinho minúsculo do colégio e enxergar as mãos de Débora deslizando sobre minhas nádegas. Mas a probabilidade de nos pegarem era quase óbvia. Foi quando nossos seios encaixaram para selar um longo beijo molhado de "te vejo de novo". Nunca me senti tão a perigo e, ao mesmo tempo, tão fora de mim. Foi a primeira vez. Foi ótimo! Não doeu e eu não me apaixonei. Débora tinha um namorado, o Beto. Lindo de morrer também. Toda essa história me fez pensar por onde anda a Débora. Será que continua se enrustindo atrás de um metrosexual qualquer? No mínimo não deve mais nem se lembrar dessa história. E foi assim como tudo começou e quando eu comecei a admirar-me e as curvas femininas.

Stephany


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