créditos: Bella da Semana

Desfechos Inesperados

Às vezes um dia na vida da gente toma rumos tão diferentes que é completamente impossível prever. Hoje amanheceu um dia maravilhoso aqui. Super frio, mas sem uma nuvem no céu. Fui praticamente obrigada a ir dar uma corridinha à beira-mar. E foi realmente delicioso. O calor do sol no rosto contrastando com o ventinho gelado - tudo de bom! Até que de repente meu joelho saiu do lugar! Fiquei apavorada, sem saber o que fazer! E não tinha levado celular - acho péssimo fazer exercício falando no telefone! Ai, e agora? Uma dor alucinada! Ainda bem que consegui respirar, manter a calma e pensar positivo. E sempre dá certo. Nesse momento surge, absolutamente do nada, um maravilhoso espécime do sexo masculino, correndo também, ofegante, suado, despenteado, me vê ali sentadinha e indefesa, pára e vem me perguntar se eu preciso de ajuda. Nem acreditei! Depois de eu dizer o que tinha acontecido, ele me falou que tava sem celular também, mas que a casa dele era ali bem pertinho e não se importaria de me levar no colo até lá, pra gente pegar o carro e tomar as providências necessárias, etc e etc. Quando ele me pegou no colo esqueci do joelho completamente. Aliás, tive que lutar pra não esquecer meu próprio nome. Já no apartamento dele, me perguntou se eu me importava que ele tomasse uma ducha rápida pra depois me levar ao médico. Eu disse que tudo bem, peguei um livrinho pra me distrair e tal. Mas foi só ouvir o barulhinho da água correndo que comecei a imaginar "aquilo tudo" completamente nu, todo molhado, só uma parede nos separando... Não consegui resistir. Fui com cuidado até o banheiro (o joelho ainda devia doer, mas eu já não sentia) abri a porta e me deparei com costas bronzeadas, a água escorrendo por elas enquanto ele passava a mão pelo cabelo. Não tirei nem o tênis. Entrei debaixo d´água com ele instantaneamente. Ele tentou falar, acho que ia me perguntar do joelho, mas tirei minha blusa, deixando a água escorrer pelos meus seios. Ele ficou mudo e imóvel. Ainda bem que por muito pouco tempo. Tirou minha calça e rasgou minha calcinha com os dentes em aproximadamente 2 segundos. Me virou de costas, afastou meu cabelo e começou a morder meu pescoço, minha orelha, minhas costas- o braço firme em volta da minha cintura. A outra mão deslizava pelos meus seios junto com a água, forte e suave ao mesmo tempo. Eu sentia o peito musculoso dele pressionando as minhas costas, a respiração cada vez mais ofegante na minha nuca. Toda aquela virilidade entrando no meu corpo sem pedir permissão. Os meus sentidos todos muito vivos até o ponto de não sentir mais nada. Saímos do banho, ele meio sem entender muito bem o que tava acontecendo, onze horas da manhã de uma terça-feira. Vesti um moletom dele pra ir ao médico e fomos sem dizer muito. Mas esperando até o médico poder me encaixar no horário... (continua)

Stephany


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