créditos: Bella da Semana

Jussara, prenda minha!

Dia de rodeio do mundo de Stephy. É isso mesmo! Decidi ir a um rodeio para entender um pouco mais sobre essa discussão que gira em torno da nova novela e também, para ver se esses peões são realmente tudo isso que aparece na televisão. Muito para comer, muito para ver, mas muito, muito para experimentar. Aquelas danças, por exemplo. Aqueles vestidos de prenda, apesar da quantidade de pano, dá muita vontade de ter um. Fiquei encostada em um poste observando as prendas passarem até que uma veio por trás e me pegou pela cintura: - E então, loira?! Você não é daqui, né? To vendo que está bem perdida. Achei legal a reação da garota, até porque estava realmente me sentindo muito só: - Estou mesmo. Qual seu nome? Aliás, adorei seu vestido! - Prazer, Jussara. Gostou do meu vestido é? Qual seu nome? - Stephany. - Olha, eu adorei essa sua saia. Quem sabe a gente troca. Topa? - Sério mesmo? - Claro, depois a gente devolve uma para a outra, pode ser? - Lógico! - Aliás, meu irmão vai adorar conhecer uma prenda loira e de pele morena como você. Ele é peão! - Gostei mais ainda! Então vamos naquele barraco fazer essa troca e ver como eu fico de prenda. Fomos para perto das cocheiras onde havia um barraco semi-iluminado e começamos a trocar nossas roupas. Quando Jussara exibiu seus belos seios rosados e firmes, me lembrei das noites que passei com Jú, minha mulher abençoada. Era um filme reprisando em minha cabeça até que pude perceber os olhos de Jussara percorrendo meu corpo. Sem dizer uma palavra, Jussara aproximou-se e encostou-se em meus seios acariciando-os como se fossem pérolas raras. O mesmo fiz com ela, seguidos de beijos suaves que arrepiavam os pêlos de suas costas. Entre beijos e carícias, nos despimos e ela me disse que nunca tinha feito nada parecido, mas estava envolvida demais e gostaria de tentar. Era uma princesa despida e virgem em minha frente, disposta a aprender e a experimentar tudo o que eu poderia fazer para deixá-la morrendo de desejo. Jussara era perfeita, do início ao fim de suas costas. Desenhei flores com minhas unhas em suas nádegas e, beijos com minha língua em sua virilha que brincavam com seus desníveis. Mordisquei-a diversas vezes a começar pelo pescoço descendo por entre seus mamilos. Coxas, virilhas, beijos e brincadeiras foram acontecendo que parecia que o tempo havia parado para nós. Luzes acenderam e decidimos voltar a usar as mesmas roupas de antes; cada um com a sua. Enquanto Jussara observava-me, perguntou: - E meu irmão? Ele iria adorar conhecê-la. - Olha Jussara, agora isso depender de uma coisa. - Do que? - De saber qual o interesse da irmã dele em mim. Continua...

Stephany


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