créditos: Bella da Semana

Suor, pessoas e janelas. Sexo, desejo e tesão. Minutos vagarosos de pura libido me enlouqueciam dentro daquele ônibus

Numa dessas tardes calientes, em que a vontade maior é ficar nua na frente de um ar condicionado, tive que encarar a coisa mais tenebrosa da minha vida: andar de ônibus. Nada contra quem utiliza esse meio coletivo de transporte, mas me arrepia a história de ter que ficar de pé durante longos minutos com um monte de desconhecidos. Sem muitas opções, fui para o ponto esperar o busão que me levaria até uma entrevista de emprego. Depois de muitos minutos esperando, eis que ele aparece com lotação máxima. Uma última respirada de ar puro e segui em frente para mais 1 hora em pé. Ao entrar, percebi fixos olhares direto para os meus seios. Eu vestia um top amarelo para mostrar minha bela barriguinha tentadora e uma saia vermelha rodada valorizando meu cultivado bronzeado; difícil passar despercebida. Felizmente encontrei um canto perto da janela onde só cabiam a mim e o moreno lindo que olhava penetrantemente para dentro do meu top. Posicionei-me de costas para ele e dentro de poucos minutos, senti uma mão quente apalpando minhas nádegas. Olhei para trás e o moreninho sorria. Tratei de ignorar aquilo e tornei a olhar para frente. Novamente aquela mão me tocava, desta vez por baixo da saia. Olhei para trás e o moreninho continuava a sorrir. Pensei no quão excitante seria, se o deixasse brincar um pouco mais. De repente, duas mãos me acariciavam: uma envolvendo minha cintura e a outra, brincando por baixo da minha saia. Molhada de desejo e com muita vontade de continuar, o moreninho sussurou para que ficasse bem quietinha que ele só queria se divertir um pouco. Puxou minha calcinha para o lado e penetrou seu dedo na minha imensidão úmida rebolando-o enquanto eu contorcia os olhos. A platéia estava mais interessada no que acontecia na rua, do que em nós dois que já não agüentávamos mais de tesão. O ousado moreno não tardou em colocar seu membro dentro de mim, e a cada freiada do ônibus ele penetrava mais forte aquele pênis grosso e delicioso. Muitas vezes tive vontade de virar para beija-lo inteiro e tocar em cada centímetro do seu pênis demoradamente para sentir toda aquela força, mas não podia arriscar que alguém nos visse. Deixei que continuasse até sentir um líquido viscoso e quente molhar toda minha bundinha. Logo, não queria mais deixar aquele ônibus. Queria ficar ali e ver até onde aquele moreninho lindo podia me deixar mais louca de desejo. Ao chegar em meu destino, virei para ele e sussurei meu número de telefone em seu ouvido aproveitando também para dar uma forte pegada naquele pênis que me fez gozar em minutos. Saí do ônibus e fiquei horas pensando no que tinha acabado de viver. Acabei desistindo da entrevista, pois já tinha esquecido todo o texto de apresentação que havia decorado para a ocasião, e resolvi voltar ao ponto de ônibus para esperar um outro passageiro que me desse mais razões para utilizar sempre aquele meio magnífico de transporte.

Stephany


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