créditos: Bella da Semana

Sem piedade. Começou, continua!

Final de semana e frio me inspiram a acampar. Nos juntamos em cinco garotas e fomos acampar em uma praia no litoral de Santa Catarina. Todas com más intenções, corremos para o calendário para escolher um final de semana de festas e não hesitamos em alugar um motor-home. Logo na sexta-feira havia uma festa incrível! Decidimos nos aprontar para a festa cedo para começar a "aprontar" cedo na festa. Muita batida, vinho e vodka para esquentar as tamancas e um ritual de baixarias para preparar as "emoções". Sabíamos que aquele final de semana era nosso: das cinco loirinhas alcoolizadas e perdidas na terra dos tarados, a se alimentar dos tipos garanhões e a sugar seu sangue as gargalhadas. Não havia comprometimento nenhum; faríamos só o que nos desse na telha. Ao entrarmos no "templo da perdição", pudemos ver um tipo gostosão encostado na parede se gabando com os olhares nada discretos de outras loirinhas saradas da região. Traçamos a missão: uma de nós teria que levá-lo para cama. Todas tentaram, inclusive eu, e só o que ganhamos foi um selinho abusado do "tipinho". E assim ele passou a noite inteira, distribuindo selinhos escandalos pela boate. Depois de um papinho, partimos para o plano B que ele não poderia recusar: - Que tal as cinco? - De uma vez? - Do jeito que você é, talvez seja o único jeito de te deixarmos feliz. - E aí, vai topar? - Vamo nessa, oras! E lá foi o gostosão com as cinco loirinhas alcoolizadas a tira-colo para o motor home. No caminho o tititi era geral - ele mal sabia o que seria daquele seu corpinho malhado naquela noite. Primeiro um showzinho particular: um strip-tease seguido de um rala coxa das cinco loirinhas para preparar o garotão para a sequência, que não seria tão mole quanto o nosso rebolado. Vendo toda aquela massa corporal deitada na cama, nenhuma loira abriu mão de realizar suas fantasias: leia-se NENHUMA. A primeira lhe deu um banho de cera quente seguido do seu trabalhinho particular. A segunda não hesitou de se fantasiar e lhe dar umas boas chicotadas. A terceira loira, a mais "diposta" ficou brincando com o moço amarrado na cabeceira e pés da cama durante, pelo menos, 1 hora. A quarta fui eu - arranhei suas costas com minhas unhas até deixá-la com minhas marcas e o mantive ao meu serviço de pé, e sem água. A quinta não foi nem um pouco dócil. Como foi a última, já estava quase subindo pelas paredes. A única coisa que se sabe é que o garanhão, já sem forças, gritava como uma mocinha desesperada dentro do quarto - ela preferiu manter sigilo dos seus atos sexuais instigantes. Quando abrimos a porta do quarto, ele não era mais aquele gatão cheio de hormônios. Mas parecia um garotinho de vinte e poucos anos que recém descobriu o sexo. Juminha, a caçula de nossa turma ainda vestida de pantera, ergueu o queixo do rapaz e lhe fez um monólogo que terminou assim: - Isso é para você nunca mais esquecer que nem toda mulher é igual para ficar por aí se exibindo e as tratando como se fossem todas a mesma coisa. E também para sentir, (risos) como é divertido ser estuprado de vez em quando. No fim da história, convenci as meninas a não deixá-lo dormir na rua com aquele frio. Só que pela manhã, o pobrezinho teve que suportar o repeteco. Cinco vezes! Como todas merecem. Afinal de contas "começou, continua".

Stephany


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