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Costa Rica

No coração da América Central, entre a Nicarágua e o Panamá, existe um paraíso repleto de parques naturais e praias instigantes: Costa Rica.

A origem do nome é incerta. Uns dizem que foi o próprio Cristóvão Colombo que sugeriu o nome (chegado em setembro de 1502), deslumbrado com a beleza e a vegetação exuberante. Outros dizem que o nome é uma adaptação da palavra indígena Coquerrica, originária dos primeiros colonizadores espanhóis. Vários séculos mais tarde, este país charmoso foi elegido como um dos mais avançados da região, e conta ainda com uma particularidade interessante: desde 1948 não tem um exército.

Os ticos, como são conhecidos seus habitantes, são amistosos e receptivos, além de sempre ter na ponta da língua uma expressão popular que contagia a todos: pura vida.

Ambas as costas são muito atrativas – tanto a do Caribe, quanto a do Pacífico. Mas aqui, se tivermos que fazer uma sugestão, sugerimos a segunda, onde as praias são mais extensas, o acesso é mais facilitado, e os parques nacionais são mais bonitos.

Tendo como ponto de partida San José (capital moderna, mesmo com poucas atrações turísticas), a sugestão seria a de alugar um automóvel para poder curtir a região com mais autonomia. O estado das estradas lá pode até não ser dos melhores, mas pelo menos são bem sinalizadas. Indo ao Sul, o primeiro destino é uma linda península, acessível através da Rota 2. Ali há três lugares mágicos: o Parque Nacional Corcovado, a Tarde Wildlife Área, e o santuário ecológico Velamar.

A partir de agora, seguiremos do litoral para a península de Nicoya. O primeiro destino é o parque nacional Marino Ballena, com boas ondas para a prática de surf (como ocorre em praticamente todas as praias do Pacífico) e recomendado para mergulhos. Seguindo pela rota 34, passamos por Quepos e Jacó, cidades turísticas com diversas opções de hotel e restaurantes.

A seguir, chegaremos a Puntarenas, onde ficar o parque nacional Barra Honda. Depois, pela rota 160, faremos um belo passeio pela península, visitando praias inesquecíveis, tais quais: Cuevas, Azul, Carmen, Bahía Ballenas, Teresa, Manzanillo, Cocal, Bongo, Hermosa, Coyote e Samara.

O próximo parque que aparece em nosso percurso é o Marino Las Baulas, próximo à praia de Tamarindo. Pessoas do mundo inteiro aparecem ali para tomar banho de mar e aproveitar suas ondas perfeitas. Para fechar o percurso, podemos dar umn pulinho nas praias de Flamingo e Bahía Culebra (próximas da fronteira com a  Nicarágua). Para o caminho de volta, a dica é retornar pela região da Liberia.


Gastronomia
A gastronomia da Costa Rica é uma mescla de três culturas: aborígene, africana e europeia. Recomendo os seguintes: gallo pinto, mistura tradicional nos países da América Central e do Caribe, composta por arroz e ovos; casado, almoço típico formado por ingredientes diversos, incluindo até banana frita;  olla de carne, ensopado tradicional muito gostoso; pati de limón, um doce de limão refrescante; e, à noite, torresmo com uma cerveja bem gelada.


Descanso
As possibilidades de relaxamento são infinitas. Há os passeios pelos parques nacionais (cheios de vulcões e paisagens antigas), esportes de aventura, mergulhos e rotas para ciclismo. As agências turísticas locais são muito profissionais, e estão preparadas para satisfazer as necessidades de todos os turistas.

Costa Rica é, sem dúvida, um dos destinos mais naturais e selvagens da América. Tranquila, amigável, pacífica e inesquecível: pura vida!


Rafael Paniagua


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