créditos: Bella da Semana

Estratégias Cruéis

Inúmeros estudos realizados no mundo inteiro, apresentados na forma de artigos científicos voltado para especialistas, ou diluídos, com a finalidade de esclarecer o publico leigo, na forma de revistas ou programas de televisão, nos mostram com exatidão do que nossos corpos necessitam como alimento para que tenhamos uma vida saudável e uma estética mais interessante. Também é passado da mesma forma, para o publico leigo, o que deve ser ingerido por nossas crianças, ainda mais elas, que estão num momento muito especial de suas vidas em função de estarem crescendo e maturando. Nessa fase a qualidade dos nutrientes ingeridos é importantíssima, bem como a quantidade. O que observamos em nossas crianças hoje em dia, infelizmente, é uma péssima alimentação, além de outros hábitos que vão contra a saúde e o bom desenvolvimento, fazendo com elas se tornem obesas. Mas se nós sabemos o que é bom para nossas crianças em termos de alimentação, se até mesmo uma criança quando perguntada o que seria melhor em termos de alimentação nos responde que seriam frutas, verduras, cereais etc, por que elas não estão comendo isso? Infelizmente existe uma industria da má alimentação que, captura nossas crianças de forma cruel, através do paladar e outros atrativos,. Toda criança gosta de comer o que é gostoso. Incrementar o sabor de "alimentos" através de vários recursos químicos tem sido a tona dessas empresas puramente capitalistas. O negocio é faturar! Se vai fazer mal ou não, se vai engordar ou não, não interessa. Além do incremento do sabor dessas verdadeiras bombas maléficas, a industria utiliza de outras estratégias cruéis para incrementar o consumo. Pacotes coloridos, brinquedos para coleção agregados, figurinhas, na embalagem personagens infantis disfarçando o mal etc. Sem falar da estratégia utilizada na mídia para fisgar a criança na frente da televisão ou colocar esses produtos nos supermercados a altura dos olhos e das mãos das crianças. Tente retirar um pacote de qualquer coisa dos braços de uma criança dentro de um supermercado. Caso consiga, prepare-se para o show de choro, gritos de "eu quero", sapateado e rolar no chão. Para evitar a vergonha, geralmente, o pacote vai pro carrinho. Criar ações para barrar a barbárie é papel do Estado. Uma excelente idéia é a de proibir esses "alimentos" nas cantinas dos colégios, postura já adotada por poucas cidades. Campanhas que envolvam palestras dirigidas aos pais e crianças também são eficazes. A utilização de frases nos pacotes dos "alimentos" mais nocivos alertando sobre o mal, a exemplo das inseridas nos maços de cigarro, pode, também, ajudar. Na roda do capitalismo, onde em todos os setores, o joio e o trigo estão cada vez mais misturados, alertar a população sobre o perigo é o mínimo que deve ser feito, pois, caso o contrario, nossas crianças em breve se tornarão adultas, gravemente obesas, e doentes, deixando para o Estado uma violenta conta para pagar com o tratamento. Ações preventivas são mais baratas e inteligentes!

Flavio Sobierajski


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